"Time is a resource, and time is running out. We are stuck in this dimension of time."
William S. Burroughs
Um dia vou ter dedos grandes, uma cara só com olhos, e um corpo que só se despe em frente a uma web cam.
Um dia vai estar tudo à distância de um clique, e quando eu sorrir, um L gigante vai desenhar-se na minha face.
Season 2 - Episode 1
"King Nine Will Not Return"
Captain James Embry finds himself stranded in the desert with nothing but the wreckage of his plane and the mystery of what happened to his crew, all of whom have disappeared. After Embry collapses in the sand, it is revealed that he was hallucinating the experience while in a hospital bed—but the nurse finds his shoes full of sand.
Writer: Rod Serling
Director: Buzz Kulik
Captain James Embry: Robert Cummings
Based on the mysterious discovery of Lady Be Good.
Para comemorar essa data, da transferência de poderes, deixamos aqui um texto da autoria de um amigo nosso.
A História pede sempre mais branco
"Crente é pouco
sê-te Deus
e para o nada que é tudo
inventa caminhos teus."
in O Verdadeiro Almanaque Borda D’Água
«Não sei bem o que me deu, mas deu-me para aqui, para abrir este baú. A verdade é que acordei a pensar em histórias que passaram por este pequeno canto do planeta, no horário mais nobre. O passado de certo modo é mesmo um lugar longínquo, o passado que se evaporou dentro de uma bandeira carregada ao peito, e agora são apenas os curativos a deixarem o seu rasto, a plastificarem a cicatriz. A enterrar as vigas. Tudo tão vago, tão efémero, que até parece ridículo. A História a deixar de ter importância. Eram outros os actores, os desígnios, as farpas. Penso que aqui tudo o que aconteceu, e nos dias que correm, não tem importância alguma. Tudo o que existiu deixou de existir depois da passagem de testemunho. Depois da chave do estabelecimento passar para outras mãos. As mãos da terra. Das gentes da terra, como é vulgar dizer-se. Foi tudo para a incineradora ou então levado na bagagem das velhas senhoras, assim à sucapa. Dentro das gavetas da mobília, disfarçado entre os serviços de porcelana e as imitações fraudulentas do que em tempos foram carteiras de marca. Foi assim que alguns sairam, com o rabo entre as pernas. E no fundo não tinha importância nenhuma, o que levavam, o que deixavam. Era igual. É tudo indiferente, agora.
Ficou essa cara lavada a que se chama património. A herança. Mas uma herança orfã. O testamento caducou há muito e ninguém o reenvindicou. E o que resta são as fachadas, as paredes que dão para a rua, limpas e bonitinhas, que são a imagem da miscigenação de todo este aparato. Da mestiçagem do território. Que se despenhou antes de chegar ao fim da sua rota de colisão. E agora fazemos parte de toda a Humanidade. Agora somos universais. Nesse dúbio sentimento de amor e ódio. De uma ressaca que não se sabe se aconteceu por ontem ou por hoje. Talvez viva na presunção de um amanhã mais funesto que nunca chegará. É sempre a queda para a desgraça, a que o povo tanto se habitua.
Indiferente ao caos urbanístico, indiferente ao que faz mover todo este estrado, ao subterrâneo do jogo, sente-se qualquer coisa no ar, qualquer coisa que floresce, um boião de novas frentes, o fervilhar de uma vida cultural mais intensa. Pessoas que se mexem e que criam uma nova onda. Um manifesto. Um susbstrato. É aí que jorra o presente, é aí que quero esbarrar e, por consequência, estatelar-me ao comprido.
Mas hoje fala a História. O resto virá depois. Decerto, todos os que presenciaram o passado já cá não estão. A maioria deles foi na debandada, nesse reverso da diáspora. Na esperança de plantar novas sementes no solo que os viu nascer, regressar à presença das origens, ao reconhecimento de um conforto perdido, e reiniciar de novo o sistema que os opera. Partir e dar de novo. Deixar para trás o passado distante, essa coisa velha. Tão distante. De pernas para o ar.
Uma ínfima percentagem, dos que cá estão, poderá ainda lembrar-se de uma coisa ou outra, não de tudo. Lembrar-se dos que foram. Do que por cá ocorreu. Alguns entretanto regressaram, e a esperança de despertar o poço das memórias acorrentou-lhes os dias. Falo sempre de um plural imaginário, de um grupo de gente sem face, como se estivesse a refugiar-me neles, a esconder-me do resto do mundo. A tentar argumentar com o escuro de um colectivo desconhecido. Como se soubesse muito bem o que eles pensam, o que fizeram, onde estão. Como se todos eles pudessem pensar em conjunto. Estou só a ganhar tempo, aqui, a ganhar espaço, a deturpar ideias, atirando-as ao ar. Vamos a isto.
Era assim antes da Transferência. Existia um Governador que governava no seu Palácio. Um Palácio cheio de súbditos. De grandes salões onde por vezes se faziam bailes e se dançava a noite toda até ao raiar da aurora. Bebia-se, comia-se e ainda se fazia o resto, num vão de escadas, ou nos aposentos da rainha. Era uma vida bela: uma rebaldaria! O Governador aos domingos saía na sua carruagem, com os seus oito cavalos brancos à trela, e circulava pela cidade onde se misturava com o povo. Levava doces e boas novas. Versado nas línguas e dialectos locais conversava com os anciãos e ouvia as suas preces, os seus conselhos, bebendo ao mesmo tempo a sua sabedoria. De noite regressava em extâse e mandava tocar os sinos das igrejas para mais uma festa. Só porque lhe apetecia. E o povo, do Norte ao Sul, subia até ao Palácio para de novo desfrutar das suas iguarias e da bondade do Governador.
Foi sempre do mesmo modo, a linhagem de governantes assim o impunha. De pais para filhos, depois para netos, os ensinamentos eram sistemáticos e aprendidos com prazer. Com tenra idade os filhos titubeavam tanto em latim como em mandarim ou em cantonense, mais tarde, já direitos e sem deixar cambalear a língua, prosseguiam até ao dialecto de Fukian. E era uma rica vida. Aos dez anos eram uns pequenos confúncios e até à idade adulta rumavam para os confins da China para aprender a suas doutrinas milenares. Religião, ética e dialética. Quando se entronavam governadores, por unanimidade do povo, estavam preparados para encontrar o Buda no topo do Monte da Guia a qualquer hora do dia, bastava querer, bastava olhar. Bastava sentir. Mas isso já lá vai.
Hoje, quando abri a janela e deixei entrar a luz deste novo dia, lembrei-me foi de outra coisa, que me despertava uma enorme atenção e curiosidade: As Reuniões. Foi isso que me rompeu a nostalgia e me revolveu a insónia pelo dia fora. Foi isso que me fez abrir o baú.
As Reuniões tinham lugar na fronteira, num velho tribunal situado na estação de comboios. Uma terra de ninguém mesmo ali a dois passos das Portas do Cerco, onde está ainda a fronteira com o imenso continente chinês. Era preciso muito espaço. Terrenos baldios. Para as tendas dos consortes. Na sala, apinhada de gente, e com ventoinhas que rodavam num silêncio ensurdecedor, o Governador reunia-se com todas as espécies de tribos das redondezas. Com todos os reis, todos os chefes, todos os capitões e cabecilhas de regimentos. De grandes agregados populacionais ou ínfimas aldeias perdidas nas estepes. Vinham das serras, vinham das cordilheiras, dos vesúvios, alguns para lá das cordilheiras Himalaicas. E chegavam durante a semana, ao longo dos dias, e acampavam, com os seus bois, os seus caldeirões, e por ali ficavam. Nessas alturas as festas mudavam-se para essa Terra de Ninguém, era aí que o sol nascia, e a coisa fazia-se atrás de qualquer arbusto, de qualquer moita, num pequeno montículo de areia onde se sentava o rabo dessas convivas de buço proeminente que tanto excitava os homens da cidade.
Dentro da sala, no grande dia d’A Reunião, todos se sentavam em pequenas carteiras de escola. Tudo falava. Tudo conferia as suas histórias e os seus tormentos. Os descendentes de Genghis Kan impacíveis, envergando sempre os seus barretes, eram os que inpunham maior respeito. Eram os únicos que se arrojavam a beber café e a comer um pastel de nata. Grandes homens. Atrás deles, estavam sempre os filhos dos eunucos, esses roedores de mares, uma velha guarda que apenas escutava o que se dizia, encostados às paredes a fumar cigarros. A primeira fila era ocupada em toda a sua extensão por um grupo de portugueses continentais, era o seu lugar cativo. Homens de bigode que ganhavam uma pipa de massa só por estarem ali, só por se fazerem representar, sem nada perceber, sem nada sentir. A maioria era motorista de táxi na Damaia, na Amadora ou assim, e vinham só para fazer número. Para jogar às cartas quando aquilo tudo terminava. E, claro, partilhar os garrafões de tinto.
E a coisa passava. Falavam todos em código. O Governador dava sempre o mote. De cor. Sem discurso gravado, era tudo improviso: "Fulano que bem conheço / é pior que lacrau / mas talvez se eu for melhor / ele se torne menos mau.", era assim que eles falavam, era assim que As Reuniões se passavam. E no final faziam todos festas uns aos outros. Eu andava lá pelo meio, metia-me com as gentes, escutava-lhes o coração. Era lindo. Mas o pior eram os mafiosos.
Os mafiosos andavam atrás de mim, olhavam-me de lado, porque eu lhes escutava os corações e eles diziam que não tinham cá isso, eles eram todos feitos de seiva de Dragão. Eu ria-me e brincava com eles, enquanto o Ajudante de Campo do Governador apertava o gasganete a algum mosquito que passava, e eles atiravam-se ao ar. Nunca mais me esqueço, uma das vezes, fartos de tanta palhaçada, perseguiram-me pela cidade fora. Perseguiram-me de mota, às dezenas, e eu na minha pequena Zundapp pisgava-me pelos becos mais escuros e pelos viadutos mais sombrios que compunham o ziguezaguear urbano do território. Era uma situação tramada. Dias depois já ninguém se lembrava disso e a vida prosseguia o seu rumo.
Eram outros épocas. Não sei porque me deu para isto, não era suposto. Há coisas que não vale a pena abrir, é deixá-las fechadas a navegar nos mares do esquecimento. Agora nada importa. Os tempos são outros. Tudo mudou e quem cá está pouco se importa com quem esteve. Segue-se para bingo ou para onde calhar, é sempre o jogo que fala mais alto. É o que vale. E é assim que isto acaba, para o caso de não terem percebido. As luzes que se acendam. Que se apague o cigarro.»
por Ring Joid - publicado no Jornal Hoje Macau em Dezembro de 2004.
O primeiro relógio a ser comercializado que utiliza papel com tinta electrónica. O aparelho foi desenhado pela CITIZEN e será lançado em breve.

Nos anos 70/80 passava na televisão ainda a preto a branco, em Portugal, uma serie de ficção cientifica, o "Espaço 1999". Vi-a devia ter para aí uns 10 anos e nunca mais a esqueci. Recentemente voltei a visioná-la por acaso e nisto assassinei uma memória que tanto me encantava. Achei o episódio enfadonho e ingénuo. Pode-se voltar aos lugares onde fomos felizes?
Basicamente a série conta-nos as aventuras e desventuras da primeira colónia terrestre na Lua que assiste terrificada, nos ecrans, à colisão de um gigantesco cometa contra a Terra. Como consequência a Lua é projectada para muito longe do planeta azul.
Nos anos 70/80 o ano 2000 era uma data mítica, acreditavam uns no fim do mundo, outros mais optimistas viam cidades espectacularmente avançadas, carros que levitavam e colónias na Lua.
Testemunho disso é o tempo em que a série decorria e que dava o titulo à mesma, Espaço 1999.
Se as tais cidades de ficção cientifica não correspondem ao imaginário da época, nestes idos de 2005, também é inegável que hoje em dia estamos rodeados de uma parafernália tecnológica que se tornaram banais e ditam novos comportamentos e ansiedades.
Sou ainda do tempo da televisão a preto e branco, dos primeiros computadores comerciais que eram basicamente usados para descarregar jogos gravados em cassetes audio: os ZX Spectrum. Muito antes do advento do Windows de Bill Gates. Alguém sabe o que é a linguagem máquina?
Cresci sem Internet, não haviam telemóveis e comprava o ultimo disco dos Jesus and Mary in Chain em Vinil. Tenho uma colecção de vinis mas não tenho onde os ler (é a palavra que se usa agora), ainda uso cassetes áudio para gravar musica e já me aconteceu querer mostrar uma música e não haver leitor de cassetes. Chamaram-me analógico.
As tardias cassetes de vídeo e mesmo os leitores de vídeo tornaram-se obsoletos com a chegada do DVD.
A minha geração cresceu sem saber como é que as fotografias iriam sair, agora estamos sempre bem com as máquinas digitais. Sem supresas está tudo bem, clean e sem caretas. Mas de onde vem este cheiro a ovos podres?
Ainda escrevo cartas de papel. Não é preciso nehum hardware especial para o fazer. Apenas disponibilidade e, modestia à parte, vontade de sair da carneirada.
Sem saudosismos regresso à série "Espaço 1999".
Vivendo eu agora num espaço não tanto fechado como aquele da série, pergunto-me como realmente se viveria ali naquela base lunar. Era auto-suficiente e portanto a sobrevivência mínima estaria assegurada. A população parecia multiracial e por exercício da lógica devia ser altamente qualificada em tudo o que fosse do domínio das ciências físicas e tecnológicas, além de ser igualmente bem preparada fisicamente.Os critérios de selecção e os salários deviam ser elevados,dada a especificidade do projecto e a componente risco.Um ambiente de elite naquela colónia pioneira.
Interrogo-me particularmente sobre o ambiente que se viveria em Alfa 1 depois do desastre, longe da Terra, sem possibilidades de retorno.
A tecnologia não basta e a ser verdade que nem só de pão vive o homem, sai do nada, de onde chamei este texto, um cenário no mínimo inquietante. Se calhar sou eu...
Esta é basicamente a historia não contada da série, muito mais provável e verosímil que toda aquela sucessão de encontros com criaturas alienígenas.
De repente, ao improviso, toda aquela população teve que conviver diariamente ad eternum com as mesmas pessoas todos os dias sem férias sabáticas na Terra. Irremediavelmente desenraizados começaram a passar mais horas nos ginásios de modo a combater o stress do presente e as saudades da Terra.
Consultas febris às imagens digitais da Terra espalharam-se como uma obsessão.
Vi também os primeiros filhos da Lua crescerem alimentados pelas histórias dos pais sobre as florestas, os mares e os animais da terra criarem toda uma série de mitos sobre aquele lugar que nunca conheceram.
Alguns em crises de adolescência acusaram os pais por terem vindo trabalhar para a Lua, que estavam fartos daquilo. Criaram-se drogas sintéticas para acalmar os ânimos.
Na net, no chat Lunar ninguém era aquilo que dizia ser, uma espécie de jogo/compromisso para criar a sensação que se estava a conhecer alguém que não pertencia a Alfa 1.
Não sendo uma população numerosa é credível que as poucas crianças de Alfa 1 fossem a luz de toda a colónia. O problema chegava quando cresciam e se sentiam sós. Com o tempo decidiu-se criar um banco de esperma e ovários para a criação de bebés proveta.
Não consigo ver se era uma sociedade puritana ou se pelo contrário considerando que nem toda a gente ali seria compatível, se houve casos de violação ou a proliferação de sexo esporádico e mecânico.
Como seria o ensino e o tribunal em Alfa 1?
Professores e juristas ficaram de fora do projecto nos seus primórdios, basicamente foram enviados para Alfa 1 cientistas de várias especialidades físicas e químicas. Não se previa o asteróide solitário que resolveu chocar contra a Terra. Delegaram-se competências, reciclaram-se ofícios na base do voluntariado em sistema de horas extraordinárias.
Como se inventa o dia quando a metafísica nos abandonou?
Joe escreveu isto no seu diário antes de se suicidar, era um dos primeiros filhos de Alfa 1.
Isto não passa de uma conjectura, deixo aos clientes do Motel que pacientemente leram estas linhas a busca do seu sentido e um grito:
De mais gente se consciencializar para a urgência que Tratados como o de Quioto expressam.
Bases lunares nao há ainda para aí aos pontapés.
Mais uma vez desculpem-me os erros mas é que Alá e eu não nos quisemos continuar os estudos.
Fode-me que não possa encontrar aquilo que quero ver. Aqui, agora, à minha frente. é preciso sempre o compromisso. A condescendência. Dou por mim a ouvir diálogos que não me dizem nada, a pensar que não tenho nada para dizer, que não consigo inserir-me. Que sou um cabrão de um anti-social latente. O que procuro não é nada de especial, talvez procure silêncio, talvez procure ruído, talvez te procure a ti.
Acordo. Levanto-me.
Saio. Ando. Chego.
Vejo pessoas. Falo sem me ouvir. Sem me ouvirem.
Não tenho nada de interessante para dizer, é a verdade. Nada mesmo.
Vejo e quero ver mais. Quero que me construam o cenário à minha frente. Aqui, agora.
Tenho a cabeça vazia.
Quero qualquer coisa que nem eu sei.
Que não posso encontrar.

Salta-se para fora do baralho. Abraça-se sem sentido a marginalidade. Abraça-se porque não há muito mais para abraçar. O peso de uma condenação. Ai está a porta da saída. Sai. Comporta-te. Vai-te embora. Não importa que cada dia seja diferente. Têm que ser todos iguais. Comporta-te. Não interessa ser depositado num dia que não se conhece. Um dia todos iguais. Sai. Não sintas. Fica calado. Não olhes. Vira a cara para qualquer outro lado. Para um novo dia. Escolhe o melhor. Marca uma consulta com ele, antes de lá chegar. Comporta-te. Sê um tigre se puderes. Um puma. Um lobo. Mas não mostres as garras. Transforma o desconhecido num quotidiano repetitivo sem olhares para a novidade diária. Instrui-te. Não sintas. Não desejes. Não tenhas fome. Sai. Comporta-te. Por aquela porta. Ou pelo buraco da fechadura. Ao fundo.

A pedido meu e com consentimento do nosso Pr. abre-se aqui uma nova secção: O Espaço 1999. Todos podem e devem participar, vamos tentar oferecer réplicas e modelos utilizados na série de televisão àqueles que com mais tenacidade se apresentarem aqui a discutir o tema.
Começamos, já que foi aí que teve origem esta discussão, pelo Capitão Alan Carter.
33 anos, nascido em 1966, na Austrália. De acordo com o guião a sua família tinha um rancho de gado na Costa Este, perto de uma praia onde frequentemente praticava surf. Chefe da Secção de Reconhecimento, Alan, é uma das peças fundamentais da Base Lunar Alfa, está em quase todas as missões das Águias e é co-piloto do Comandante Koenig quando este está a bordo. Tem o seu charme e vêmo-lo a flirtar com Sandra em vários episódios. Bonito, dizem por aí, isso é com as meninas. Para mim... hmmm... não sei. Não chega a vias de facto com Sandra nem com ninguém, a não ser aqui, noutro episódio anda de braço dado com outra rapariga de nome Tânia. Não há referências no guião que tenham praticado sexo oral. Alan era um homem muito ocupado, não tinha tempo para essas coisas. Aliás cenas de sexo na Base Lunar Alfa não me lembro de ver. Talvez uma, no último episódio, em que a tripulação inteira se envolve numa orgia de meter medo. Esse episódio seria mais tarde retirado da 1a. série.
Mas digam-me vocês, caros cinéticos, que parte vos excitou mais, contem-me. Brincavam a quê? Com quem? Praticavam orgias?