Esses momentos estranhos de eu sem eu. E outros momentos estranhos, relampagos de consciência, lembranças que vêm das profudenzas e sobem como boias à tona da mente. Foi num desses relâmpagos que te vi Mohamed caro amigo e colega. Vi-te aqui, vi-te numa mesa em alfama, vi-te como Albergue no Palácio da Ajuda. Ah e aquela morna ao penúltimo rei?
Quiz imaginar quem a fez, quiz ir ver uma peça de teatro que é muito mais do que uma curta metragem. Olha não fui. Se calhar tenho medo desses sem casa. Tenho medo de não ter casa e medo de ser velha. Se calhar não quero olhar para eles, ou pior, tenho medo que olhem para mim. Se calhar não...
I met this guy - and he looked like might have been a hat check clerk at an ice rink. Which, in fact, he turned out to be. And I said: Oh boy. Right again. Let X=X. You know, it could be you. It's a sky-blue sky. Satellites are out tonight. Let X=X. You know, I could write a book. And this book would be thick enough to stun an ox. Cause I can see the future and it's a place - about 70 miles east of here. Where it's lighter. Linger on over here. Got the time? Let X=X. I got this postcard. And it read, it said: Dear Amigo - Dear Partner. Listen, uh - I just want to say thanks. So...thanks. Thanks for all the presents. Thanks for introducing me to the Chief. Thanks for putting on the feedbag. Thanks for going all out. Thanks for showing me your Swiss Army knife. and uh - Thanks for letting me autograph your cast. Hug and kisses. XXXXOOOO. Oh yeah, P.S. I - feel - feel like - I am - in a burning building - and I gotta go. Cause I - I feel - feel like - I am - in a burning building - and I gotta go.
Laurie Anderson Big Science

LX - Graffittis sobre a cidade
A zona da Grande Lisboa é uma das áreas mais ricas em graffitis. Tudo começou em Carcavelos, de onde são originários os melhores writers. A linha de Sintra é mais conhecida por aquilo a que se chama "destruição", ou seja os locais onde não é permitido pintar e que se encontram repletos de "bombings", rápidos e feitos a duas cores.
- os destaques vão para Carcavelos onde foi pintado o primeiro grande mural de graffiti. Degas ou Wise, e o seu grupo WCB, Exas, Youth e Mozaik, são os nomes que imperam, assim como Eith, Uber e a NCW.
- segue-se o "hall of fame" do Dafundo.
- em Carnaxide encontra-se um graffiti feito com a colaboração de uma crew francesa, NEM.
- na Damaia e Buraca impera Eith, um especialista em letras tridimensionais. E também, aqui, se encontra o maior graffiti de Portugal.
- S. Domingos de Benfica é exemplo de uma zona de destruição completa, ali podem encontrar as paredes cheias de "bombings".
- no "hall of fame" das Amoreiras, destacam-se Kreiz, Wise, Youth, Sire e Clas.
- em Belém, no parque de estacionamento, pode-se encontrar trabalhos de Mozaik, Clas e Piaf, esta última uma das poucas raparigas a fazer graffiti.
- Algés é liderado pelo surfista Stuck.
- O Bairro Alto é zona de destruição massiva, sobrando pouco espaço para escrever uma letra que seja no meio dos bomboings sobre bombings feitos à pressa e sem qualquer critério.
Quem quizer tintas vá a http://www.4graffiti.co.uk/

Quando nos separarmos partiremos tudo, a loiça, o amor o respeito. Quanto à casa partimo-la ao meio. É justo.
Matta-Clark
"Chorava.
Dizia:
fiz tudo
errado.
Como se fosse Deus."
António Rego Chaves
Escuto mas não sei
Se o que ouço é silêncio
ou Deus
Escuto sem saber se estou ouvindo
o ressoar das planicies do Vazio
Ou a consciencia atenta
que nos confins do Universo
me decifra e fita
Apenas sei que caminho como quem
é olhado amado e conhecido
e por isso em cada gesto ponho
solenidade e risco.
Quando abalares, de ida para Ítaca,
Faz votos por que seja longa a viagem,
Cheia de aventuras, cheia de experiências.
E quanto aos Lestrigões, quanto aos Ciclopes,
O irado Poséidon, não os temas,
Disso não verás nunca no caminho,
Se o teu pensar guardares alto, e uma nobre
Emoção tocar tua mente e corpo.
E nem os Lestrigões, nem os Ciclopes,
Nem o fero Poséidon hás‑de ver,
Se dentro d'alma não os transportares,
Se não tos puser a alma à tua frente.
Faz votos por que seja longa a viagem.
As manhãs de verão que sejam muitas
Em que o prazer te invada e a alegria
Ao entrares em portos nunca vistos;
Hás‑de parar nas lojas dos fenícios
Para mercar os mais belos artigos:
Ébano, corais, âmbar, madrepérolas,
E sensuais perfumes de todas as sortes,
E quanto houver de aromas deleitosos;
Vai a muitas cidades do Egipto
Aprender e aprender com os doutores.
Ítaca guarda sempre em tua mente.
Hás‑de lá chegar, é o teu destino.
Mas a viagem, não a apresses nunca.
Melhor será que muitos anos dure
E que já velho aportes à tua ilha
Rico do que ganhaste no caminho
Não esperando de Ítaca riquezas.
Ítaca te deu essa bela viagem.
Sem ela não te punhas a caminho.
Não tem, porém, mais nada que te dar.
E se a fores achar pobre, não te enganou.
Tão sábio te tornaste, tão experiente,
Que percebes enfim que significam Ítacas
«Que suave é a tristeza
Que sai desse teu olhar
Desse rosto de princesa
Cansado de olhar o mar
Dão as ondas a certeza
De a maré nunca acabar
Fica-te uma esperança acesa
A de ver o amor voltar...»
"Suave Tristeza", a melhor música dos Madredeus.

"I generally avoid temptation unless I can't resist it"
Mae West - US movie actress (1892 - 1980)




Espaço alternativo Ruang Rupa (Media Artists Community)
a pedido do sr iconoclaUsta retirei a imagem do espaço alternativo. Era uma imagem de uma imagem que não sepode ver.
Interessante para quem percebia. Quase ninguém fora eu.
Enfim...

A contenção tem qualquer coisa de perverso. Em mim é um paradoxo. Eu sou do tipo desmedido. Na verdade gosto muito de me expandir, como uma galaxia no outer space. Sem limites. Adoro não ter limites, contudo sei que não vou muito além. Nunca fui.
Penso então, não ir para além dos meus próprios limites será um modo de contenção, uma economia moral irmã da preguiça e da cobardia? Ou será que não sou a super mulher? Simplesmente.
«Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.
Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!
Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!
Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!»
Florbela Espanca

Poetry is the photographer who took a picture of God's face,
leaving the lens cap on.
«Só combatendo um grande mal se pode revelar um grande bem.»
Makigushi
"The metaphorical analogue to Gödel’s theorem which I find provocative suggests that ultimately, we cannot understand our own mind/brains... just as we cannot see our faces with our own eyes, is it not inconceivable to expect that we cannot mirror our complete mental structures in the symbols which carry them out?”
Douglas Richard Hofstadter, Gödel, Escher, Bach: an Eternal Golden Braid. 1979.
«Bidi in Peking
In the Allgäu: Bie
Good, says he
Morning, says she.»
Bertold Brecht
É só isto que eu quero. Percebes mon amour?

agora percebi o que queriam dizer "enfiou a carapuça" quando mandavam bocas a fingir que era para quem quiser apanhar e eu ficava furiosa porque sempre soube que eram acusações cobardes na sua falta de direcção. então, no pico minha fúria juvenil, sacrificava o meu orgulho a favor de um mundo mais puro e transparente. e eles diziam que eu enfiava a carapuça. mas não era a deles, era a minha (pensava) - o símbolo da minha individualidade! para sempre, porque chapéus há muitos mas o meu barrete é só um.

"(...) It is no longer a question of killing, of devouring or seducing the Other, of facing him, of competing with him, of loving or hating the Other. It is first of all a matter of producing the Other. The Other is no longer an object of passion but an object of production. Maybe it is because the Other, in his radical otherness [alterite], or in his irreducible singularity, has become dangerous or unbearable. And so, we have to conjure up his seduction (...)"
Jean Baudrillard, in Plastic Surgery For The Other, 1994.
Eu também me escondo na casa de banho. Também gosto de me isolar para pensar. Fecho-me e fico. Apenas eu e a mente que pensa, eu e eles, os pensamentos, que ali se tornam mais contundentes e aniquilantes. E quando sofro do coração (da barriga tb mas isso é outra história) vou à casa de banho de hora a hora e fico por lá de cócoras ou com a cabeça para baixo apoiada nas pernas. Não sei quanto tempo fico sei apenas que alivio a mente por uns segundos, depois volta a paranóia, volto à vida e ao trabalho.
Sim! Não concebo a vida sem estes cantinhos de retiro. E nem precisam ser especiais nem bonitas. Quanto mais preciso mais gosto delas absolutamente fechadas, pequenas e sem janelas. Enclausurantes, protectoras e calmantes.
«Era uma vez e foram muitas vezes
um homem que amava uma mulher
Era uma vez e foram tantas vezes
uma mulher que amava um homem
Era uma vez e foram demasiadas vezes
uma mulher e um homem que não amavam
aqueles que os amavam
Era uma vez
Talvez uma só vez
Um homem e uma mulher
que se amavam»
ROBERT DESNOS
Versão do original:
«Il était un grand nombre de fois
Un homme qui aimait une femme
Il était un grand nombre de fois
Une femme qui aimait un homme
Il était un grand nombre de fois
Une femme et un homme
Qui n'aimaient pas celui et
celle qui les aimaient
Il était une fois
Une seule fois peut-être
Une femme et un homme
qui s'aimaient»
Sim é para ti, para qualquer um que esteja a ler. I can’t take it no more. É a estrofe que entrou, estridente de madrugada, no meu quarto escuro para me arrancar do pesadelo e que já não sai e se repete incessantemente, qual eco na minha caixa craniana, como quem diz subtil e ritmadamente que o pesadelo continua, apesar de eu ter acordado.
E agora escrevo ilegalmente na esperança de (me tornar cidadã?) fazer desaparecer o peso da estrofe que passou a ser acompanhada pelo ritmo acelerado do subufer da caixa torácica. Não devia beber café, não devia beber café, não devia beber café, não devia beber café, canta o coro.
A mulher entra e faz uma série de perguntas às quais respondo secamente. Depressa me arrependo e tento remediar com uma voz mais doce enquanto disfarçadamente baixo o volume da rave dentro de mim. Será que ela ouviu? Five to four, I can’t take it no more.
eu colecciono memórias aka lembranças. arquivo acontecimentos, arrumo-os, classifico-os. A minha memória está perfeitamente organizada, por assunto, por autor, por data, por matérias, odores e por lugares.
ATREVAM-SE E PERGUNTEM-ME, QUALQUER coisa INSIGNIFICANTE...

Agnus Dei qui tollis peccata mundi, miserere nobis
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, dona nobis pacem. Amen.
Não há muito o que dizer
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor.
Uma prece por quem se vai.
Mas que essa hora não esqueça
e por ela os nossos corações
se deixem graves e simples
pois para isso fomos feitos
Para a esperança do milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
De repente nunca mais esperaremos.
Hoje a noite é jovem
Da morte apenas nascemos...
Imensamente.
"Poema de Natal", Vinicius de Moraes
Bom Natal disse ele. Natal?
Define: Natal é o dia em que nasceu o menino Jesus. A data escolhida para a comemoração foi o 25 de Dezembro, porque ninguém sabe o dia em que o rapazinho nasceu nem o dia em que morreu, mas lembram-se dele, vagamente. Também podiam ter escolhido 4 de Março ou 32 de Abril.
Bom ano… Reticências.
Define: as reticências, dizia não sei quem, podem servir para prolongar um pensamento mas que não sirvam para pontuar a falta de atrevimento. Ele usou-as bem, um ano novo… quiçá uma nova galáxia. Pois, Eça de Queiroz era um provinciano, um atarracado de espírito. E o Professor não gosta de advérbios. Chegou a sugerir que não os utilizássemos, “os advérbios não estão lá a fazer nada” dizia, mas a mim ninguém me tira o pois, no início ou no fim, porque o pois pode penetrar o coração com a força com que o faz um ponto final colocado no sítio certo. O só, é só, sim, ele usou um advérbio mas também pode ser um adjectivo, Sr. Professor!
Define: Só, uma pessoa solitária, o número 1 - o mais solitário de todos os números, o que é sempre o primeiro e o último, lembra-se?
São pensamentos que me vêm à cabeça alguns agarro outros fogem. Mas agora larguei o postal e vejo-os sentados num sofá vermelho:
Dois amigos conversam, falam de dúvidas, de deus, de si, no fundo querem chegar ao significado de: amor.
12
«Nunca te foram ao cu
Nem nas perninhas aposto!
mas um homem como tu,
lavadinho, todo nu, gosto!
Sem ter pentelho nenhum,
com certeza, não desgosto,
Até gosto!
Mas... gosto mais de fedelhos.
Vou-lhes ao cu
Dou-lhes conselhos,
Enfim... gosto!»
António Boto
Senão vejamos:
Porque são as noites escuras??
Lista do que ainda vou fazer:
- avançar o trabalhinho
- tomar banho;
- oscular a DM;
- comer e beber;
- guiar o chaço velho;
- subir e descer de elevador;
- conversar;
- apalpar o M;
- coçar a cabeça;
Lista do que não vou fazer:
- ler e estudar;
- meditar;
- beijar as crianças;
- cozinhar;
- aquecer-me e aconchegar-me;
- descansar;
- ver os 7 palmos;
- amor;
São mais as coisas que faço do que as que ficam por fazer. A análise quantitativa é favorável, no entanto a qualitativa não me favorece a vida.
Hoje acordei assim, cheia de buracos.
Hoje é a data em que se confirma tudo aquilo que ele não queria saber e que viera a adiar. Hoje vai confrontar-se com o que não queria ver nem ouvir falar. Daqui a pouquinho vão amarrá-lo a uma cadeira de veludo vermelho e prender-lhe a cabeça com uma fita de seda para que só possa olhar para a frente. Vão-lhe prender as pálpebras para manter os olhos bem abertos nos momentos mais críticos e com uns auscultadores de alta fidelidade, B&O, ouvirá tudo na perfeição. Vai ver muitos anos comprimidos nuns segundos. Depois…quem sabe o que virá depois? Ainda está agarrado àquilo que sabe, a tudo o que aprendeu. Ao bem e ao mal. Tem pavor de ver o mal que fez e nunca viu. Quem sou eu? Quem és tu? Belisca-te! Não posso, não tenho braços, não tenho pernas, não se movem, não! Estão presas, recuso-me a ver, não quero! Eu faço o que quero. Só faço o que quero! Já não faço o que quero, não fiz o que queria, ah! Não fui o que dizia!! ah ha, que dizia? Dizer, o que é dizer?? Verbo bla bla bla mover a língua. Deixem-me, não vou olhar. Ver! ahah! Uh! Olhos, berlindes à solta, sou eu quem brinca? Ouve! É a voz dela ainda carinhosa, que digo eu?! Talvez?! Enganei-me, não era isso! Vê! ...nada de especial.
Nunca ninguém lhe disse que era assim - são anos nuns segundos.
Hoje. O dia em que lhe passou a vida pela frente.
November in Durham Township <— click there
|MORE in HERE|
A woman, almost blonde, normal size, a bit tall.
CALL 987654321
- respirar;
- mandar o cartão à rapariga;
- anular o meu visa;
- almoçar;
- ir ao médico;
- fechar conta no BCP;
- reunir com professora do filho mais novo;
- estudar inglês com o filho mais velho;
- dormir;
- trabalhar;
- estudar;
- saber mais sobre actividades pedagógicas na internet;
- saber mais sobre mim;
- beijar o M;
- amar o próximo;
(...) Poetry never wears a suit, a tie, or a string of pearls.
Poetry never washes, enjoying its own smell.
Poetry howls at us in our nightmares,
and seduces us in our wet dreams. (...)
The Day I Got My Finger Stuck Up My Nose
When I got my finger stuck up my nose
I went to a doctor, who said,
"Nothing like this has happened before,
We will have to chop off your head."
"It's only my finger stuck up my nose,
It's only my finger!" I said.
"I see what it is," the doctor replied,
"But we'll still have to chop off your head."
He went to the cabinet and took out an axe.
I watched with considerable dread.
"But it's only my finger stuck up my nose.
It's only a finger!" I said.
"Perhaps we can yank it out with a hook
Tied to some surgical thread.
Maybe we can try that," he replied
"Rather than chop off your head."
"I'm never going to pick it again.
I've now learned my lesson," I said.
"I won't stick my finger up my nose -
I'll stick it in my ear instead."
Brian Patten
...um nome, uma foto, uma cara...
"do outro lado do espelho"
O que é isto? Onde está Prusidente (so kind he was)? O muro das lamentações? Uma parede em branco? Um vago gesto de solidão? Quero ver o que está do lado de lá, quero ver a seiva que corre pelos tubos da comunicação, quero ver-te no fundo do tubo, quero poder cuspir-te num olho, certeiro o meu tiro por dentro do tubo branco a mil à hora até ao teu terminal. Mas é só para experimentar é só para ver se sentiste, se existes, se estás mesmo do lado de lá.
NÃO EXISTE NADA PARA ALÉM DE ÁTOMOS E ESPAÇO VAZIO, TUDO O RESTO É OPINIÃO.
|Demócrito|
"As mulheres seriam maravilhosas se pudessemos cair nos seus braços sem cair nas suas mãos"
Corto Maltese - Sob o Signo de Capricórnio.
De facto, como dizia Hugo Pratt, o Corto é um tipo compreensivo sem dar lições de moral.
Que saudades me dá este rapaz a cantar Cohen
tenho-o no iTunes assim:
Hallelujah | 6:53 | Jeff Buckley | Grace
uma maçã por dia faz bem.
um beijo por dia é pouco.
andar uma hora por dia.
um acto sexual por dia no mínimo.
uma por dia. uma frase por dia. ok. uma frase...
UmaPorDia
Uma coisa por dia, nos dias em que eu estiver com vontade.
umapordia.kold-fusion.net/ - 25k - Em cache - Páginas semelhantes
Secção Desabafe Connosco - Mensagem: "Uma por dia..."
Resposta a. É a vida... - Mandrake - 29-08-2003. Mensagem. Uma por dia... Autor:
Carlos Braga da Cruz
jn2.sapo.pt/seccoes/mensagem.asp?53175 - 3k - Em cache - Páginas semelhantes
Uma por Dia
A homepage do programa Uma por Dia mudou de endereço e está de cara nova!
Favor atualizar seus bookmarks... http://www.awz.com.br/umapdia. Obrigado!
www.geocities.com/Broadway/Stage/4928/ - 3k - Em cache - Páginas semelhantes
Uma Por Dia - [ Traduzir esta página ]
Uma Por Dia. About jhricardo. jhricardo's recent photos. 02/06/04 » 02/05/04
02/03/04 02/02/04 01/24/04 01/20/04. more. < previous • next > ...
www.fotolog.net/jhricardo/ - 17k - Em cache - Páginas semelhantes
Correio da Manhã
Nos restantes dias da semana apenas uma por dia, quando em situação normal são
operadas entre quatro a cinco pessoas. As limitações foram impostas aos ...
www.correiomanha.pt/noticiaImprimir. asp?idCanal=9&id=179403 - 14k - Em cache - Páginas semelhantes
Metadona: um produto da guerra
... entre as 50 e as 150 mg de metadona por dia. No fim do período de estabilização,
a dose de metadona foi reduzida a uma por dia administrada pela manhã.. ...
www.fcsh.unl.pt/cadeiras/ciberjornalismo/ ciber2000/metadona/metadonahistoria.htm - 6k - Em cache - Páginas semelhantes
Fórum - Ler assuntos
Sou casado, 34 anos e além de ter relação com minha esposa, bato punheta tanto
quanto quando eu era adolescente, ou seja, no mínimo uma por dia. ...
www.guiasexual.com.br/forum/150900.htm - 39k - Em cache - Páginas semelhantes
energia autônoma
Estimamos que a bomba ficará ligada 2 horas cada dia para encher a caixa d'água
e que as lâmpadas ficarão acesas uma média de 4 horas cada uma por dia. ...
mbtenergia.com.br/energia_autonoma.htm - 22k - Em cache - Páginas semelhantes
Vilar de Mouros
10 bandas portuguesas no palco secundário (de 6ª a domingo) e mais quatro no
principal (uma por dia, a partir das 19h00). Encontramo-nos em Vilar de Mouros ...
vilardemouros.weblog.com.pt/ - 22k - 7 Nov 2005 - Em cache - Páginas semelhantes
Rotas & Destinos
Um programa com seis noites de alojamento em quarto duplo em regime de meia
pensão, cinco aulas de equitação (uma por dia) e outros tantos passeios a cavalo ...
rotas.xl.pt/1005/500.shtml - 93k - Em cache - Páginas semelhantes
PARIS PARIS
I feel love, Paris Paris
Love to love, Paris Paris
Feelings so close to my heart
Barman dans le shaker, d'abord d'élégance
Un trait de Sacré coeur et deux doigts de Doisneau
Une Piaf, quelques moineaux et Joséphine Baker...
Laine de Prévert, mais sans raton laveur
Prenons un dernier verre près Bateau lavoir
Une Simone de Beauvoir et deux singes en hiver...
Last night was made for love
Mettez trois notes de jazz dans un quartier latin
Un menu sur l'ardoise un fond d'un bar-tabac
Et la résille d'un bas sur un genou qu’on croise
Oh Baby, just take my frozen hands and hear me say
Don't let me turn to sand and blow away
Through this crowded desert called Paris
Malcolm McLaren com Catherine Deneuve
MANDO A QUEM QUISER.
I feel love, Paris Paris
Love to love, Paris Paris
Feelings so close to my heart
Un zeste de Javanaise, un tour de
Moulin Rouge et deux de Notre-dame
Nappé de macadam, décoré d'un chaland
D'Anvers ou d'Amsterdam un canal, Arletty
Oh Baby, just hold this lonely fan and hear him say
Don't let me turn to sand and blow away
Through this crowded desert called Paris
Sans doute la seule femme qui pouvait dire
"Paname"
I feel love, Paris Paris
Love to love, Paris Paris
Feelings so close to my heart
Mettez trois notes de jazz dans un quartier latin
Un menu sur l'ardoise un fond d'un bar-tabac
Et la résille d'un bas sur un genou qu on croise
I feel love, Paris Paris
Love to love, Paris Paris
Feelings so close to my heart
Saupoudrez, pour finir, de poussir du métro
Mais n'en prenez pas trop, Paris perdrait son âme
o homem. aquele de quem eu gosto, tem que ter o que eu sempre pensei que teria: o homem de quem eu gosto tem as mãos quentes e secas.
1. Nunca ter certezas. Esperar. Saber esperar, inventar.
2. Ter uma bicicleta e amar os jardins.
3. Olhar atentamente o que nos circunda.
4. Estudar e ler livros nas bibliotecas.
5. Curar o desejo de comprar.
6. Viver com o mínimo material.
7. Ser poeta, ter sonhos.
8. Não chorar - apertar as mãos, ser simpático.
9. Abrir os olhos a 180º quando se passeia.
10. Ter pensamentos que nos fazem companhia.
11. Gozar muito disto tudo e deixar-se ser feliz. Depressa, devagar, urgentemente, calmamente.
12. Aceitar, aceitar o que acontece, como flui.
Rita Wengorovius (Bolonha 2002)
- Como foi o mergulho? - perguntou-lhe, com a voz lânguida que sempre tem depois do almoço, sem tirar os olhos do teclado.
- Estás a falar ou a escrever? – colocando o baton vermelho e friccionando o lábios num gesto rotineiro.
- Estou a fazer as duas coisas...como foi? Estás melhor? Acho-te tensa hoje, tens a boca crispada e os olhos obtusos. Bem vejo que não escutas nada do que te dizem…
- Eu? Tu nem levantas a cara do teclado quando falas comigo, como podes saber que tenho os olhos obtusos? E se há coisa que odeio é que me digam que pareço tensa quando estou realmente tensa, porque fico ainda mais tensa!
- Estou a ver Monroe, por acaso acho que ficas bela quando ficas histérica.
- Estás a ver, estás a ver? Olha as minhas costas, vês os papéis? Está tudo colado nas minhas costas. Detesto quando fico magnética, raios!!
- EEh poças que até o meu bloco…bolas Monroe as minhas folhas não estavam numeradas! Não se pode viver ao pé de ti quando ficas magnemenológica dessa forma. Atenção ao espaço e ao tempo, não me absorvas tudo grandessíssima alarve!
- Esgoto tudo Doutural, aspiro essa boca carnuda que só emana palavras insignificantes. Tu és irrelevante, tudo isto é absolutamente irrisório! - grita a Loira esbracejando e tentando desviar-se das folhas que esvoaçavam na sua direcção, arrancando as que freneticamente se lhe colavam à cara.
- Não passas de uma boneca de papel e tudo o mais é um sonho excepto tu e a merda dos papéis que a ti se colam. Não acordes Monroe que não vais querer ficar a pisá-los – Doutural Mamalhuda escrevia, escrevia o que dizia e mandava milhões de e-mails para que todos soubessem da corrupção dos impressos. Monroe não tinha a culpa, a Loira era vítima da sua própria volúpia.
«Given the chance
I’ll die like a baby
On some far away beach
When the season’s over.
Unlikely
I’ll be remembered
As the tide brushes sand in my eyes
I’ll drift away.
Cast up on a plateau
With only one memory
A single syllable
Oh lie low lie low.»
BRIAN ENO
(mando a quem quiser)
«Anno dommini but add another d
Attention deficiency, that’s me
I’m the disease of the century but I don’t care
You ask me what I did today but I’m not gonna say
I was watching something in a really really really big way
Culture vulture!!»
CHICKS ON SPEED
«i'm just a waste of her energy
and she's just wasting my time
so why don't we get together
and we could waste everything tonight
and we could waste and we could waste it all tonight
i don't pretend to know what you know
now please don't pretend to know what's on my mind
if we knew already knew everything that everybody knows
we would have nothing to learn tonight
and we would have nothing to show tonight
but everybody thinks that everybody knows
about everybody else but nobody knows
anything about themselves
because they're all worried about everybody else
love is just a waste of our energy
and life is just a waste of our time
so why don't we get together
and we could waste everything tonight
and we could waste
and we could waste it all..
but everybody thinks that everybody knows
about everybody else but nobody knows
anything about themselves
because they're all worried about everybody else»
Jack Johnson
(mando a quem quiser)
ontem tentei entrar, não consegui.
tentei sair, não sabia por onde. não faço quando me lembro, esqueço-me do que tinha que fazer. quando sei não faço na mesma, há sempre algo mais importante ou que me dá mais prazer. é um circulo de complexos de culpa, sou eu a viciosa da acção. vicienta-enta-enta. gosto mesmo daquilo, é o meu tema, tenho curiosidade, eu quero saber, sou quem mais sabe, por enquanto. e a gripe na Indonésia!?assim não dá.
foi esse o meu pecado é esta a minha pena.
Não creias, Lídia...
I
Não creias, Lídia, que nenhum estio
Por nós perdido possa regressar
Oferecendo a flor
Que adiámos colher.
Cada dia te é dado uma só vez
E no redondo círculo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.
Mais tarde será tarde e já é tarde.
O tempo apaga tudo menos esse
Longo indelével rasto
Que o não-vivido deixa.
Não creias na demora em que te medes.
Jamais se detém Kronos cujo passo
Vai sempre mais à frente
Do que o teu próprio passo
II
Escuta, Lídia, como os dias correm
Fingidamente imóveis
E à sombra de folhagens e palavras
Os deuses transparecem
Como para beber o sangue oculto
Que nos deixou atentos
III
Ausentes são os deuses mas presidem.
Nós habitamos
Nessa transparência ambígua,
Seu pensamento emerge quando tudo
De súbito se torna
Solenemente exacto.
O seu olhar ensina o nosso olhar:
Nossa atenção ao mundo
É o culto que pedem.
IV
Falamos junto à luz. Lá fora a noite
Imóvel brilha sobre o mar parado.
À sombra das palavras o teu rosto
Em mim se inscreve como se durasse.
V
Faz da tua vida em frente à luz
Um lúcido terraço exacto e branco,
Docemente cortado
Pelo rio das noites.
Alheio o passo em tão perdida estrada
Vive, sem seres ele, o teu destino.
Inflexível assiste
À tua própria ausência.
VII
Eros, Neera, sacudiu os seus
Cabelos sobre a testa larga e baixa
Eros-Neera-Antinoos
Irrompe no terraço.
Palmeiras nas ruínas de Palmira
Eros poisou seu rosto no teu ombro
Eros soltou as feras
Do halali, Neera.
Sophia de Mello Breyner Andresen (1919 - 2004)
(Homenagem a Ricardo Reis, 1972)
"Make the place where you work a place for forging your chatracter and grow as a human being.
No one is more pathetic than someone who is constantly complaining."
Daisaku Ikeda
A gentleman sets strict demands on himself while a petty man sets strict demands on others.
Confúcio
I'VE BEEN WATCHING YOU, WATCHING ME WATCHING YOU.
I’ve nothing much to offer, there’s nothing much to take, I’m an absolute beginner and I’m absolutely sane. As long as we’re together, the rest can go to hell! I absolutely love you but we’re absolute beginners, with eyes completely open but nervous all the same.
If our love song
Could fly over mountains
Could laugh at the ocean/sail over heartaches second time
Just like the films
There’s no reason
To feel all the hard times
To lay down the hard lines
It’s absolutely true
Nothing much could happen, nothing we can’t shake. Oh we’re absolute beginners with nothing much at stake. As long as you’re still smiling there’s nothing more I need, I absolutely love you but we’re absolute beginners, but if my love is your love we’re certain to succeed!
If our love song
Could fly over mountains
Could laugh at the ocean/sail over heartaches second time
Just like the films
There’s no reason
To feel all the hard times
To lay down the hard lines
It’s absolutely true.
David Bowie
Antes de ter ido ao casamento e antes mesmo de ter lido o texto do ilustre convidado, já tinha decidido que iria escrever sobre o fenómeno da oficialização/ institucionalização duma relação homem – mulher (em Portugal ainda não foram aprovados casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e limitando-se a nossa experiência à geografia deste pequenoma che tropopaís, confina-se portanto o tema à heterosexualidade).
Enquanto ser pensante levo-me a tender que tal feito é merecedor de notícia. Ao contrário do John, há imenso tempo que não frequentava uma festa de união entre dois seres antagónicos ("esposo", "esposa" e "esposos" que são as nossas palavras mais feias, com a possível excepção de "paxaxa") e nunca fui convidada para madrinha, mas isso deve-se a ser uma pessoa distraída a quem acham graça e que por isso (desconfio) temem alguma irresponsabilidade, como se fossem incompatíveis a descontracção e a amadrinhagem.
Em todo o caso este casório foi diferente dos outros que até agora frequentei. Já tinha reparado que os noivos convidavam para a “festa de casamento” e não para “o casamento”, mas encarei isso com a maior das naturalidades, reparando que os outros convidados não tinham lido o convite porquanto perguntavam ou comentavam se o casamento era pela igreja ou pelo civil. Para mim não havia dúvidas.
Deambulando pelo recinto da festa ouvi várias vezes, pelos cantos, pelos ventos, em sussurro, proferir-se a palavra “comunista”. Já sentada no banco corrido com mesa à mesma altura ouço"é a primeira vez que vou a um casamento comunista, quero ver como é” e ouço ainda “deve ser o último!!” e “hahahahahahah”. Fiquei entusiasmada, sou franca, e imediatamente iniciei a perscrutação de diferenças entre um casamento normal e um casamento comunista. Para minha desilusão pouco ou nada encontrei. Tentei interpretar o significado das mesas à altura dos bancos, procurei qualquer coisa que me fizesse lembrar uma foice, um martelo ou uma estrela mas apenas encontrei as últimas, que estavam no céu, ao qual pertencem, e nunca ouvi dizer que fossem comunistas.
Porque a vida nos dá o que merecemos, tive a sorte de calhar na mesa de uma espécie de góticos mal encarados. Eram o comité central, lui même, mas nada emanavam de discrepante da aura do vulgo convidado, à excepção de uma certa expressão de inflexibilidade ditatorial que depressa se desvaneceu com a partilha de um charro.
Passaram três dias e eu adoro ver as minhas unhas, ainda pintadas, qual grito vermelho num teclado qualquer.
I'll find a place somewhere in the corner
I'm gonna waste the rest of my days
Just watching patiently from the window
Just waiting, seasons change, some day,
My dreams will pull you through that garden gate
I want to be the wandering sailor
We're silhouettes by the light of the moon
I sit playing solitaire by the window
Just waiting, seasons change, ah hah, you'll see
Some day these dreams will pull you through my door
And I'll come running to tie your shoe
I'll come running to tie your shoe
I'll come running to tie your shoe
I'll come running to tie your shoe
Everything you'd rather not have known about Brian Eno 9
It was with a certain apprehensive curiosity that I first noticed the brown lace-up shoes. He displayed a normalcy that I just couldn't trust. After all, I'd seen his photos and I knew I was dealing with no ordinary deviant.
Yet the toned-down reserve, the limp handshake (handshake?) and the nice-guy inoffensiveness had me baffled. He just didn't come on like someone who keeps an extensive collection of breast bondage literature in the bathroom.
I mean, what do you say to this guy? "Oh hi Eno .... Hear you shaved off your pubic hair?" He answers the door wearing a red satin kimono and black dress pants. We pass through the dimly-lit hallway to a large white room which consists entirely of a lit candle, two pillows, tape recorder and beige carpet.
"Carpeting gives you a whole new outlook on life, you don't need furniture."
Eno's voice has absolutely nothing in common with the vocal tracks on Here Come The Warm Jets, his forthcoming L.P.
His pronunciation is that of a soft-spoken gentleman. His singing is not unlike the shriek of a hare that's just caught an air gun pellet up the ass.
Given only the minutest amount of prompting, he will talk non-stop for hours. In this case, the mere mention of his vocal techniques sets him off.
"VOCAL TECHNIQUES. That's something I've never even thought about. Why, I propose the question to myself do people sing certain ways at certain times in history? Why should I want to sing through my nose?" (He breaks into 'Baby's On Fire', a track from H.C.T.W.J. and, as if it's her cue, a 6 ft. 2 in. 195 lb. negress enters the room, lights his cigarette, and without saying a word, exits.)
-- "What I like is when you get a combination of something that's very turned-down and dark and sinister, but not dramatic - very underhand and almost inaudible, as opposed to the kind of aggression that people like the Floyd use, which is very obvious assault. Iggy Pop does it as well.
"I like taking something that's played down -low-key - contrasting with a voice that's very anguished, making the whole sound grotesque and aggressive in a pathetic and laughable way. 'Baby's On Fire' starts out as though it's going to be very sinister, but has very ordinary words, sung with an incredible amount of passion."
What about the song which incorporated 27 pianos? - the one that was inspired by a dream . . .
"You mean 'On Some Faraway Beach'. It wasn't only inspired - all the words to that occurred in the dream. I quite often wake up and write down my dreams because I find them so completely mysterious. I can't see what it was in me that made me put together that particular combination of items.
"I find the dreams are always much more brilliant in their construction than anything I consciously think of. On that particular one, I just woke up with all these words in my head and I wrote them straight down in the dark. When writing from dreams, you don't feel any responsibility for what you do, which is important to me. Another way I write lyrics is to get the backing track down and then play it with a cassette near by and, as it's playing, I start singing anything to it - like 'ba-do-de-be-de-n- do-day'. And I do that a lot until I finally end up with a version in scat singing. Then I listen to that again and again until eventually I don't hear it as nonsense anymore and I start hearing words. Then I write them out and they become the words to the song. I find it absolutely impossible to sit down without music and write lyrics because basically I haven't got anything to say in a direct way like that. The actual musical context of a song is always so much more expressive than the words are. Lyrics in songs, in nearly 8O% of cases, actually make the song less interesting. The lyrics I like best are the ones which are either completely bland like the early rock lyrics, where there's obviously no attempt to do anything but to sing a melody - or, on the other hand, I admire the ones of the great librettists like Noel Coward. And also Bryan . . ."
"Ferry?"
"Yeah, I think Bryan's an extraordinary lyric writer, but in a style that I could never do. That kind of verbal imagery doesn't really come from me very much. I have no pretensions to poetry at all.
"The deciding factor about what words I use is what vowels they have in them - what their phonetic structure is. "Fuck! I wish I'd thought of that! I should have done this interview before I did the album!
"I'M ALWAYS PRONE to do things very quickly, which has distinct advantages - you leave all the mistakes in, and the mistakes always become interesting. The Velvet Underground, for example, are the epitome of mistake-filled music, and it makes the music very subtle and beautiful.
"Any feature can be the most important one - as long as there is one important feature. There are so many bands who present you with a large number of well-done features - none of which are important.
"I think that bands like Yes and E.L.P., even The Floyd who everyone's saying are the beginning of something new and exciting - the new rock tradition - are just tying up a lot of loose ends.
"They're finishing something off which is a useful function, but not one which should be confused with breaking new territory."
His voice trails off as he spies a copy of Search magazine. He leafs through it with obvious pleasure, but the gleam in his eyes softens, and sadly he shakes his head, "It's a burning shame that most people want to keep pornography under cover when it's such a highly developed art form - which is one of the reasons that I started collecting pornographic playing cards I've got about 50 packs which feature on all my record covers for the astute observer.
"There's something about pornography which has a similarity to rock music. A pornographic photographer aims his camera absolutely directly, at the centre of sexual attention. He's not interested in the environment of the room.
"I hate the sort of photography in Penthouse and Playboy which is such a compromise between something to give you a hard-on and something which pretends to be artistic. The straight pornographers aim right there where it's at.
"Which is analogous to so many other situations where somebody thinks one thing is important, so they focus completely on that and don't realize they're unconsciously organizing everything else around it as well. I have such beautiful pornography - I'll show you my collection sometime.
The last guy invited me up to see his etchings.
"One theory is that black-and-white photography is always more sexy than colour photography. The reason for this is provided by Marshall McLuhan, who points out that if a thing is 'high definition,' which colour photography is, it provides more information and doesn't require participation as much as if it is 'low definition'." I.e. a horror play on the radio is always very, very frightening because the imagery is always your own. If youUre choosing your own imagery, you'll always choose the most frightening, or in the case of pornography, the most sexual.
"The idea of things being low definition has always interested me a lot - of being unspecific - another thing which is a key-point of my lyrics. They must be 'low definition' so that they don't say anything at all direct. I think the masters of that were Lou Reed and Bob Dylan (on "Blonde on BIonde"). The lyrics are so inviting.
"DO YOU KNOW WHAT 'burning shame' is by the way? It's a pornographic term for a deviation involving candles.
"Ouch!"
"Very popular in Japanese pornography. They're always using lit candles because Japanese pornography is very sadistic, partly because of the Japanese view of women, which is a mixture of resentment and pure animal lust.
"In the traditional view, a woman is still expected to be at the beck and call of her husband, so that manifests itself in that kind of pornography. Of which I have a few examples, of course.
"Mexican pornography is an interesting island of thought because they seem to be heavily into excretory functions. The traditional American view is that anything issued from the body is dirty. It's incredibly puritanical and it resents bodily fluids, so if one is trying to debase a woman, you cover them with that and hence you get the fabulous term 'Golden Showers' - the term for pissing on someone, which some well- known rock musicians are said to be very involved in . . .
"Here come the warm jets?"
"That's certainly a reference."
That he's considered to be a film star of sorts in a few very 'elite' circles. - Any chance of him making a comeback to the Screen?
"Some of the movies I did were very funny - they had to pretend to have a plot. Ha ha.
"Can I show you my pubic area?" (! ! !) He exposes his stomach down to his, ah - about six inches below his Navel. "Absolutely bare! Now I've got this beautiful bare belly! I've got this new Japanese thing, you see and the Japanese don't have much hair on their bodies 'Japanese culture I tip as the next big thing."
I glance nervously over at the flickering candle on the windowsill. Out of nowhere, Eno produces a very extraordinary looking object which he explains to be the 'Double Punkt Roller', a massage device used in Victorian times. I marvel at its aesthetic qualities and he assures me that it can only be fully appreciated when used on the bare buttocks. We conclude that art which demands participation holds the greatest appeal.
"I think that until the turn of the century, art was always the object - the thing on the wall - whereas now, the orientation is more to think that art is the process, or what happens to you when you view it. "I think this is an important part of Gary Glitter's records in that they make you move in a funny sort of way. Or reggae. It's not possible to assess them without taking into account the part of their existence which causes a certain kind of behaviour.
"I've always been interested in the idea of what I call systems art/systems music', which is where you think first of all of your activity as a system which must be intact and interesting - and you think of the artwork which also must be interesting - and you think of the listener as a system which must be interesting too. So you must work on all these levels. "That's why I don't like the idea of spending months and years recording, because essentially, that isn't an interesting process to me."
AT THIS POINT, a leather-clad redhead, her fingers covered with glue and green parakeet feathers enters the room and announces the arrival of 'the carpenter'. At 1.00 a.m. the inhabitants of the house appear to be waking up, an what all the excitement is about I'm rather reluctant to discover. Gentleman that he is, Von Eno sees me to the door, and, gazing down the night-time street: "Did you know there's a girls' school with 400 girls just round the corner? Very nice, I'll tell you, it really is lovely. I mean they're so beautiful those little girls are. My conscience won't let me tamper - feel I might damage their lives if I do anything."
Chrissie Hynde (1974) New Music
DO NOT WORRY THAT YOUR ABILITIES ARE NOT APPRECIATED. JUST MAKE SURE YOU POSSESS THEM.
Confúcio
I don’t need to take valium or opium to know how it feels to leave you.
I don’t need no cocaine highs or Spanish flies to need you.
No DMT, DMC, LSD, to blow my mind.
Heroine, mescaline or metadream to loose the time. Anyway, drugs tends to diminish my body and it seems so faraway in my mind to me.
And if my hilariant form to yours, is a door to each our concentric souls to meet, I don’t wanna miss it.
I WANT MY FEMININE BODY: CORPOREAL MIND: MATERIAL SOUL
sympathize in a very finely atemptive in the other side of paradise.
And I don’t need no blind thoughts, wipes, boots or rubber suits, school girl uniforms to turn you on.
Anyway fantasies are only boy’s reality, forcing one to live within a distortion.
Pure skin, soul to soul, belly touching, strait is great ‘cause I don’t need the pain or the hate to feel intensively.
And I don’t need to be dominated, degraded or flagellated, and I don’t need to be extorted, exalted or supported, complicated, contemplated, tolerated or liberated.
BUT I DO NEED TO BE PENETRATED, ELEVATED AND APPRECIATED.
And I need to embrace my inescapable femininess, like all the animals naturally embrace. Totally succumb to eroticness of the intuitive risk – life’s hopeful between the guys and all different falls, falls in the base of uncontrolled cries!
Succubus, by Annette Peacock
recomendo e mando a música quem quiser.
Humanismo é olhar para os outros, é dar ao alheio, ter respeito e consideração.
Num mundo caracterizado pela clausura e por vidas que circulam em caminhos estreitos e sentidos únicos é maravilhoso encontrar pessoas que possuem a capacidade inerente de dar. Sim, dar de si.
É por isso essencial saber reconhecer acções generosas, aceitá-las ou agradece-las, louvando-as.
Criticar e destruir actos de generosidade é igual a poluir, atentar, desrespeitar e abusar.
Nada é fácil excepto virar a cara.
«Vai até onde te possas levar»
"USAR E ABUSAR DE CITAÇÕES É UMA DEMONSTRAÇÃO DE PREGUIÇA".
Acredito na felicidade através da brincadeira e do divertimento
Recomendo mais e mais este livro, aliás tenho uma vontade imensa que todos o leiam e gozem tanto quanto eu gozei. Para falar de assuntos sérios por meio da brincadeira é do melhor que tenho visto. A narração simples e aparentemente ingénua é de uma eficácia que obriga a reflectir.
Em português é da Fenda.
Marte é o quarto planeta partindo do Sol e é normalmente referido como o Planeta Vermelho. As rochas, solo e céu têm uma tonalidade vermelha ou rosa. A cor vermelha característica foi observada por astrónomos ao longo da história. Os romanos atribuíram-lhe este nome, em honra ao deus da guerra. Outras civilizações deram-lhe nomes semelhantes. Os antigos egípcios chamaram-lhe Her Descher que significa "o vermelho".
Os astrólogos dizem que tenho o Marte na casa oito, qualquer coisa que significa morte. O planeta Marte é também, segundo os que acreditam na influência dos astros na nossa personalidade e mesmo no decorrer da nossa curta e insignificante vida, o planeta da acção e por consequência do sexo e da realização. O meu está pela hora da morte.
O Marte no meu céu é também aquilo que atrai os homens. O meu Marte é Virgem, por isso atraio os Virgens, e gosto dos Virgens. O Marte é a acção. Eu gosto dos virgens na cama. São carnais. Interajo bem com eles. Um Virgem penetra-me sempre melhor do que um Caranguejo ou um Sagitário. Deve ser do Marte. E depois os Virgens são pesados, gosto de peso, e fôfos, gosto de carne, e são práticos, não inventam muito mas percebem os meus desejos.
Marte esteve muito perto da terra no sábado 27. Como não estava há 60 mil anos. Não o vi (havia nuvens no céu).
- Hey, Cabaça, o piquenique já acabou... como é que é?! Vais meter o CD para ouvirmos o ´Lil Sister, hã hã? E a seguir vamos tratar do babydoll, das sardas e dos tó-tós, hã?
- Sim, vamos sim.
- Olha, pintei as unhas, já viste? Podes chupar-me os dedos todos como dizes que tanto gostas, hã!?!
- Chupo chupo mas não me obrigues a lamber outro chupa-chups, por favor...
- Chupas-me os dedos, hã?
- Chupo sim, apetece-me chupar tudo, lamber tudo, tudo menos outro chupa-chups.
- O que é um Pilar A, Moço?
- Posso encostar-me eu à parede, para variar, não?!?
- O que é um Pilar A, Moço?
- Posso ficar eu de guarda à porta que não abre...
- Sim, a porta não abre, sim sim... mas o que é um Pilar A, afinal?
- E o disquinho do David Sylvian, pode ouvir-se?
- Então e o ´Lil Sister?!
- O Pilar A é o pilar que...
- Então e o ´Lil Sister, Moço?
- Hã?!
- O ´Lil Sister?!
AN IDEA IS SALVATION BY IMAGINATION
FRANK LLOYD WRIGHT
AGORA É QUE VÃO SER ELAS!!
MOÇO: BEIJOS NA BOCA
PRUSI: ABRAÇOS FORTES, BEIJOS E MUITAS CAMBALHOTAS
CONTROLADO E FORNECEDOR: UM APALPÃO NOS TOMATES
MOHAMED: EXPERIMENTE GRITAR. CUIDE-SE. BEIJOS EM QUALQUER LUGAR
ENFIADA E MADAME SATÃ: CONVOSCO REALIZAVA OS MEUS SONHOS SECRETOS
...
E COM ESTA ME VOU DAQUI PARA FORA.
INTÉ!
P.S. - Vou devorar um livro no qual se aborda, para além do mais, o Marxismo nas relações de Amor. Aquilo é ilariante! Experimentem: "Essays in Love" de Alain de Botton.
Esvaziei-me. Agora é que já não tenho nem mais uma gota. Preciso de respirar fundo, de olhar ao largo, que o ar me encha e que as vistas me preencham.
Até esta língua me parece estranha, esta escrita não me diz nada.
Pineapple juice just around the corner… in the fridge.
«THE AVERAGE MAN, WHO DOES NOT KNOW WHAT TO DO WITH HIS LIFE, WANTS ANOTHER ONE WHICH WILL LAST FOREVER.»
Anatole France
Femininas - a term for beautiful women at the beach who are condom worthy (the opposite of sponge worthy)
in: The Jerry Seinfeld Dictionary of Terms and Phrases
Bye bye love, bye bye happiness, hello lonelyness - I think I'm gonna die.
RECEBI TRÊS CHAMAS
ESTOU LOUCA PARA AS SENTIR
DIRECTAMENTE DO INFERNO
MALUCA PARA AS CONSUMIR
MAS NÃO FOI O BELZEBU
TENHO BUÉ PARA OUVIR
NEM TÃO POUCO O SAMBOKU
OBRIGADA MADAME SATÃ!
ACOMPANHAREI COM BLOODY MARY
(...) one of those days where I wish that corporate robbers, tyrants, monopolists, liars, fact hiders, book cookers and people enslavers be sent cozily where they belong(...)
(...) if you're feeling sinister go off and see a minister, you try in vain to take away the pain of being a hopeless is unbelievable (... )
(...) You and me are one and we've only just begun
So let's make a new beginning have some fun
Love is all we need, to make everything complete
All we need is L-O-V-E, love is all we need (...)
Mary J. Blige
(...) She was living in a perfect house
With pictures of smiling faces
But there's a different story told inside
Underneath it all (...)
Celine Dyon
ENTER Our ALL YOU NEED IS LOVE Personals
Bom Dia!
ESTAR SÓBRIA É A MINHA ARMA.
Quantas coisas se passaram num ano. Um ano repleto de acontecimentos, no entanto coberto de uma sensação de esvaziamento, como se eu nunca tivesse lá estado, cito “I came to my own, but my own doesn’t receive me”. Foi mais ou menos isso.
Andei por Londres, encontrei o Prusidente, km andámos nós numa só noite, sem hesitações.
Naveguei pela ex Jugoslávia onde, ainda hoje me custa, busquei os cubos de Judd e, enquanto o meu eu não me recebia, senti que encarnava Heinrich Schliemann ao descobrir que a cidade lendária, neste caso a pureza das formas, não existia por amor mas por razões comerciais.
Todo o ano viajei na Route 66, dormi várias vezes num Motel, esse que todos vós conheceis, e por lá me enamorei (Há palavras que nos beijam como se tivessem boca). Porquanto o meu eu não me queria foi outra que amou, amiga de sangue de Doutural Mamalhuda.
Fui ao Japão, à Coreia, comi bolinhos de chá verde com doce de feijão. Descobri o David Shrigley, um dos acontecimentos mais fortes do ano. Reli Camus, reli-me a certa altura e encontrei-o. Durante meses não soube quem ele era, o outro. Ainda não sei se sei, mas gosto dele, dou-lhe beijos nos olhos enquanto deixo a Monroe a dormir o sono dos sonhos.
No ano de 1984 li o “1984” sem saber do que se tratava.
É assim (suspiro), como tu não gostas que eu diga, mas trata-se de escrever.
(...)
«Cada dia te é dado de uma só vez
E no redondo círculo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.»
(...)
Sophia de Mello Breyner, "Não creias Lídia"
(...)
«Realizar»: fazer passar
Para a realidade,
Pôr em prática sonhos,
Ideias, teorias.
(...)
[Alexandre O'Neil - "Agora escrevo"]
Procuro um homem durão, daqueles que só recebe e nada dá, um rijaço à moda antiga.
Eu acho que nos últimos 34 anos as mulheres têm vindo a transformar-se em híbridos funestos, perversus polimorfus que escapam a qualquer classificação de género. Já ninguém as reconhece. Não têm nada à frente, não vêem nada pela frente. Em consequência desta metamorfose, vemos também extintos os homens na verdadeira assumpção da palavra.
Entrelaçaram-se ele e ela, impregnaram-se, misturaram-se das mais diversas maneiras. O cheiro de um é o cheiro do outro, a pele, o cabelo, o sexo, a voz, a segunda pele. São o outro mas não o mesmo, são mistos, tão mais ou menos diferentes como iguais, são mais ou menos mornos, são um quente e frio, dois em um, um em dois. Eu estou farta!
Desejo ardentemente cair nos braços de um hard man do tipo Barba Ruiva ou Abominável Homem das Neves, que me não dê nada, que me provoque sentimentos opostos de amor e de ódio e raivas incontidas. Quero um homem que não pestaneje quando lhe der um estalo seco e estridente na cara, que me obrigue a dizer o que não quero e essas coisas que se vêm nos filmes a preto e branco.
Se houver por aí algum por favor contacte-me.
[a pensar em Mohamed e seus irmãos morenos]
"The men I know, and I've known dozens of them, oh, they're so nice, so polished, so considerate. Most women like that type. I guess they're afraid of the other kind. I thought I was, too. But you're so strong. You don't give. You take. Oh, Tommy, I could love you to death!"
Gosto desses olhos, ficam ainda mais bonitos quando olhas para cima e fixas em risco. Gosto de te ver pensar de pé a olhar ao alto pelo canto do olho, como quem não quer ver a coisa. A grande coisa.
Também gosto quando me finjo morta e tu me violas, usas o meu corpo morto e no fim eu bato-te com os punhos fechados, mas só se o fim for bom, senão continuo morta. Gostei de respirar através de ti, o meu nariz na tua boca e a minha boca selada pela tua mão. E assim ficámos eu respirava tu respiravas, nem sequer nos rimos, acho que foi um momento sério. Quase solene.
Quero mais, quero muito mais.
Frase das 12h10:
"THE TIME IS ALWAYS NOW"
Deixei de estar ligada porque me tiraram a conecção, explodiu. Pof!!
Foi uma boa experiência para perceber como é viver sem ele, que nem sequer é, quanto mais ele.
Nada, não disse nada, foi-se, ficou-se, quedou-se no seu lugar... e para estas palavrinhas do tipo "para bom entendedor" também já não há saco, ou está roto?
Nada morre tudo se transforma.
Nada morre tudo se transforma.
Terei eu ao menos direito a qualquer coisita assim pró natural? Qualquer coisa que quase nos mereça?
Tu disseste que não querias eu também não sei se quero.
O que se faz a um fósforo apagado?
[M.S.]
Ouço música trazida pelo vendo, vem da antiga fábrica de bolachas, agora transformada em Orquestra Metropolitana de Lisboa. Hoje tenho a sorte de ouvir música sem pagar nada. O vento está a meu favor. Ó i ó ai só a mim ninguém me leva, ó i ó ai para o pé do meu amor.
Frase das 8h43:
«You are the bubble in my drink»>
[David Shrigley]
Frase das 11h21
in Naif. Super, de Erlend Loe
MATEI A ASSUSSORA
ass:
M.S.
“A MASK – a perpetual natural
deguiser of herself,
concealing her face,
concealing her form,
changes and transformations
every hour, every moment,
Falling upon her even when she sleeps.
Walt Whitman, Leaves of Grass
vê lá tu que me apeteceu escrever outra vez. sei lá há quanto tempo não sentia essa necessidade e o prazer que daí vem, de escrever e não significar nada. vinha eu ontem pela estrada fora e vê lá o que me veio à cabeça. imaginei-me a falar ao telefone contigo, dizia: "olá minha querida, gota pura como o orvalho matinal", entrei na hiper realidade, três horas de corridas de carros, olhos fora das órbitas.
vou ter d'ir.
gramei.
gosto de ti.
esta blog é fiche!
Transfer of "09 Rippin Kittin.wma" is complete.
miloslava says:
fui lá tomar banho este verão, à lagoa comprida, a serra é dos sitios mais bonitos de portugal, pra mim..e contigo lá no topo fica bestial!
miloslava says:
hmm miss kittin a seguir a Michael nyman...num aconselho..num
Ladytron says:
até parece que me estou a ver a correr na tua direcção, com cara de papão, e a estacar a poucos centímetros de ti, a arfar, a olhar-te ameaçador, a abraçar-te depois e a serenar-te naquela tempestade de frio
miloslava says:
hihih lindo...papão
miloslava says:
lobo mau
Ladytron says:
o meu quase estrabismo dá-me por vezes um ar demente
miloslava says:
ah? ai oh ahahah
We need your information.
We will do what we must.
But not here,
Or in front of people,
Or on the phone.
We're not all blood-sucking leeches.
For we all have families too.
But that don't mean that we really love them-
Or that we don't.
Cause I can't love you.
And you can't love me.
But I can love you.
And you can love me.
Love me.
It's not a confrontation.
(All across the world, open your eyes)
We are here because we are broke.
(Give us what we want, we've had enough.)
But we don't expect a handout, or anything.
(So, so, so, so, so)
Cause I can't help you.
And you can't help me.
But I can help you.
And you can help me.
I can't help you.
You can help me.
I can help you.
You can help me.
Help me.
Help you.
(It's not an impossible situation.)
Help me.
(It's not an impossible situation.)
Help you.
(It's not an impossible situation.)
Help me.
(It's not an impossible situation.)
I know there is doubt we can do this-
But-
I can help you.
The Dears - Who Are You, Defenders Of The Universe?
OBRIGADA MENINO, É UM BOM SLOW...
If rape and poison, dagger and burning,
Have still not embroidered their pleasant designs
On the banal canvas of our pitiable destinies,
It's because our souls, alas, are not bold enough!
Charles Baudelaire
francamente, senhor director?
Tambem tu, levaste no cu,
mas nao penses que era
sempre a mesma orgia.

Havia de manha,
na casa do Ze,
havia a tardinha
em casa da Ninha.
Depois veio o Joao,
com o seu monstrao
veio logo a Joana
com a sua bezana.
Fomos todos uns aos outros
ficamos todos doridos
mas se a guerra fosse assim
ninguem morria no fim!
pede aos homens que tiverem alguma disponibilidade que deixem a sua opinião sobre o que será ser-se uma Mulher. Isto é um estudo sério.
Obrigada.
quem com alegria vive
com alegria morre
não há que temer
não há que temer
Take this kiss upon the brow
And in parting from you now
Thus much let me avow ---
You are not wrong who deem
That my days have been a dream;
Yet if hope has flown away.
In a night or in a day
In a vision or in none
Is it therefore the less gone?
All that we see or seem
Is but a dream within a dream.
I stand amid the roar
Of a surf-tormented shore
And I hold within my hand
Grains of the golden sand ---
How few! Yet how they creep
Throngh my fingers to the deep
While I weep --- while I weep!
O God! Can I not save
One from the pitiless wave?
Is all that we see or seem
But a dream within a dream.
Edgar Alan Poe
for you babe.
We could fly out
Helicopter,
Nothing left to talk about.
Entertain you.
Celebrate you.
I'll be back to frame you!!
hoje era o que me apetecia...contigo...
I know when to talk
And I know when to touch
No one ever died
From wanting too much
e enquanto teimas....
Trying hard to
Fit among you.
Floating out to Wonderland.
Unexpected.
Unprotected.
Feel the consequences
distraído com a banda sonora...
People like us
Know how to survive
There's no point in living
If you can't feel alive
the world is not enough...baby...vem cá...
"É tão bonito observá-las aos pares a defenderem os interesses da multidão de que fazem parte..."
MdR
See those flowers, they need love
see the bluebirds, they need love
see the babies, they need love
all God's children, oh need love
see your mother, she needs love
and my father, he needs love
that's true baby, and I need love too
see those rain drop, rivers they need love
and the mountains and the valleys, they need love
God forgive us, and send us more love from above
don't find good love every day, we ought to think
before we throw good love away
doesn't matter, what you are
a thief or a beggar or even a superstar
as long as you were made by God above
oh, I know, I know, you need love, we need love
baby, oh, I need love, I need your love, (I'm standing here), oh baby standing in the need of love, I need love
I need it, I got to have it baby
oh can't you see that I'm standing in the need
I'm still here cause I need love
I'm still with you dear
cause I need your love
and I know, oh yes I know
though you feel you don't need loving,
you still need loving too, oh yes you do
it don't matter no, it doesn't matter what you are
a thief or a beggar or a superstar
as long as the Lord made you from above
I know, I know
you were made for love(cause love is what you need and understanding) oh, understanding
(various voice overs and adlibs) you were made for love, sweet understanding why can't we see we were made for love
you were made for love baby, sweet understanding, why can't we see, we (you) were made for love (why is it so hard for us today to see the real) we were made from love, you were made of love baby you were made to love baby
what's the only thing that's gonna get us together (love's the only thing that's gonna make this cold-blooded world alright) what is this we're singing about for the love of Jesus, let's do it
I need a whole lot of love, sugar
I need a whole lot of sweet love
it's a fact,
(who) even the slimy seal needs love
(who) all of the folks in jail need love
(who) even a mean old man needs love
ainda não comi e não tenho razões para estar triste. quero ver o ovo estrelado!
All we ever wanted was everything
All we ever got was cold
Get up, eat jelly
Sandwich bars, and barbed wire
Squash every week into a day
The sound of drums is calling
The sound of the drum has called
Flash of youth shoot out of darkness
Factorytown
Oh to be the cream!
Oh to be the cream!