«Talvez tenhas razão, meu bom Jardineiro.
Ainda assim, como mereces, vou explicar-te o que aconteceu: na busca da inteligibilidade e do sentido das tuas palavras, após um esforço dedicado de retirar a camada facciosa, de expurgar o toque demagógico e despir o texto do contra-senso... vislumbrei um écran vazio!
Após esta primeira tentativa falhada - e porque, repito, mereces isso e muito mais - persisti nessa minha vontade de te responder. Ora, logo percebi que não tinha outra saída... A resposta à prolixidade deve ser necessariamente prosaica e trivial! Eureka! É que perante um arrazoado de verdades falaciosas, de pacotilha, de um moralismo só aparentemente não-provinciano (Macau, Macau...), só me restava descer vertiginosamente ao campo das banalidades para contrabalançar o nível discursivo. E, é claro, lugares comuns, lá está!
Ocorreu-me responder com a graciosidade desta tua réplica, catalogando-a -como até merecia - com o uso das expressões "chorrilho", "redundâncias" ou "verborreia". Mas não o fiz, como não o faço agora.
Em tua honra, porque pedes e porque mereces - não me canso de repetir - vou tentar ler mais uma vez o teu texto e, na melhor das minhas capacidades e conhecimentos (que são muito limitados) responder cabalmente. Prometo que começo logo que respondas às perguntas que te fiz - não, não eram retóricas - e que desta forma capciosa (quiça grosseira...) tentaste fugir.
Fico à espera!
Apesar da acidez supra, um abraço sentido com saudades de discussões acareadas!
Z.»
Publicado por Jardineiro Mágico | Tragam-me um Médico | 21:04
O Z é o Dantas pim pum pimpão
Jardineiro mágico não gastes mais do teu latim com este tipo,é fundamentalista.
Desculpem-me por não ter escrito muito nos ultimos dias mas é que dói-me a cabeça.
"E, é claro, lugares comuns, lá está!"
Afixado por: em fevereiro 14, 2006 04:40 AM
Cá está o Z. finalmente revelado! O gajo que acha que tem muito para dizer, que dá o flanco e ao mesmo tempo estica as garras. E para além de não saber ler, que diz que faz um esforço dedicado mas que mesmo assim não consegue perceber, julga que está num café a falar para uma plateia de mongas, a achar-se numa tertúlia, e não sobra nada.
Esta gente mais cedo ou mais tarde torna-se nociva e perigosa!