outubro 25, 2005

The panic room

Dos talentos inexplorados
a alma gentil
a alma boa

como a água que escorre dos rochedos
Onde se penduram azevinhos raros

Em ti o nome que não sei
azul fogo
tépido

Nas margens a memória
aqui o nada
Lentamente
Escorrendo amanhãs
De danças únicas

Vem
Vem agora e dá-me um beijo
amanhã contas-me o resto


Publicado por Mohamed Ali | Barros na Parede | 12:20
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