Os homens que cheiravam a homem eram idolatrados pelos gregos, também pelos negros, pelos monstros de muitas cabeças, mas ignorados pelos grandes heróis esquecidos. Nenhum destes podia subir até aos homens que cheiravam a homem, falar com eles, vê-los. Com as suas estrelas cadentes e com os seus céus a sorrir. Esta espécie de homem vivia feliz. Sem coroas, sem nada dentro deles. Sem nada por fora. Normais. Kronos engoliu uma pedra, ao ter conhecimento desta situação. Ao encontrar esta espécie. Engoliu outra.
Ao encontrar o mesmo, o mesmo, o mesmo, uma segunda vez, Kronos engoliu-se a ele próprio.
folgo em sabê-la bem, de boa saúde e de volta a este espaço
Afixado por: em julho 4, 2005 10:30 AM