Acordar. Tarde. O escombro do espelho. O vazio da água. Gelada. Nem quente. Um cinto a apertar-me. Paredes brancas. Dois andares que rodam em balanço. A rua. A estrada. A ponte. A chuva. A chuva. A chuva. E parar num sítio qualquer. Com frutas. Tarde. Tudo muito tarde. Suspenso.
Publicado por Prusidente da Junta | Prusidente | 8:39