O meu tempo tem dois donos, a casa e o dever. Sou um escravo do que entendo ser o dever. E por causa dessa devoção ao supostamente correcto não arranjei tempo para ver o ciclo Cremaster, as horas seguidas de imagens pensadas pelo Barney. E agora ao vasculhar os arquivos descobri a sugestão da Assussora e pensei que apenas nós devemos ser donos do nosso tempo, nós em nosso nome, nós independentes da casa e do dever. O Barney é o nosso tempo, o meu e o da Assussora.
Publicado por Moço de Recados | Máquinas de Esticar | 19:36
Afinal o cabrão do texto salvou-se, criando em mim a ilusão de que havia morrido salvou-se
Afixado por: em janeiro 26, 2005 02:34 PM
e o que somos nós? nós somos a casa e o dever, independentemente do tempo.
Afixado por: em janeiro 26, 2005 09:54 AM