Naquela noite, a esperança residia na nova droga mas factualmente a nova droga era apenas e só um meio para chegar a um fim, não seria a nova droga que os faria sentir mais desejo um pelo outro, isso era ilusório. O desejo vivia, crescia, no olhar, no tacto, nos odores que cada um deles inalava do outro. Encontravam-se numa mesa, frente a frente, e tinham os comprimidos poisados no tampo. Olharam-se uma vez mais e foi ela quem varreu os pequenos circulos brancos da superificie metálica. Depois foi ela ainda quem se levantou e se chegou perto do nariz dele. Cheirou-o, sentiu-lhe a respiração e segredou-lhe as vontades imediatas. Ele sorriu e deixou-se beijar.
Publicado por Controlado pelo Tráfego Aéreo | Espécie de Matrimónio | 11:40
Sim e depois?!
Faça o favor de continuar e não deixar as pessoas a sofrer de ansiadade...
e depois e depois??
Afixado por: em maio 19, 2004 04:30 PM