Não me posso esquecer daquela velha, cega, que se atravessou à frente do meu carro, de bengala na passadeira. Enquanto eu que nem um tonto, a buzinar, lhe apontei o sinal encarnado. Não me viu. Prosseguiu o seu caminho. Devia ser surda, também.
Publicado por Prusidente da Junta | Prusidente | 10:39