O prazer da câmara escura. Cheia de luz negra. De escuridão colorida. De preto puro e luminoso. A câmara escura onde nada se vê. Onde se sente o calor das caixas, dos líquidos, do químico. O ruído todo de fundo. Onde nada existe. Onde nada mexe. Onde nada se sente. Onde o tempo morre.
Publicado por O Gajo Novo | Sem Conservantes | 9:32
Agora vai de impressão digital....
Afixado por: em abril 30, 2004 04:56 PM
Vamos, vamos Enfiada enquanto os vapores dos ácidos nos enebriam os sentidos!
Afixado por: em abril 30, 2004 02:21 AM
Vamos!
Afixado por: em abril 29, 2004 06:20 PM
Ó Enfiada não reveles. Vamos mazé fixar esses momentos (eu e tu), antes da coisa secar. E vamos fazer as cópias que tivermos vontade de fazer.Todas! A cores, a preto e branco, em sépia até. Vá! Vá lá! Anda daí! Vamos prá câmara escura fazer montagens.
Afixado por: em abril 29, 2004 02:28 AM
no escurinho, no quentinho ,aquelas noites de inverno. lá fora a chover e eu na cave de casa, longe de todos e com quem eu convidava...
um dia eu conto...
é por debaixo dos panos
Afixado por: em abril 28, 2004 05:52 PM
Eu é que trabalho com o gajo novo. Quando ele me deixa..Mas a camara escura traz-me muitas recordações da jubentude, malandrices , eu um dia conto.Aquele tempo de espera tem que ser ocupado e ali ninguém entra sem bater...
Afixado por: em abril 28, 2004 01:37 PM
extâse
O prazer puro e luminoso. A câmara onde se sente o calor dos líquidos, do químico. O fundo. Onde nada existe. Onde nada mexe. Onde nada se sente. Onde o tempo morre.
Tanta conversa... e afinal tudo tão simples, né óh Gajo Novo?
Não me digas que trabalhas prá Enfiada Especial?
Afixado por: em abril 28, 2004 09:54 AM