Assim como Kant, Wittgenstein estabelece na linguagem os limites da razão, do pensar e do dizer, para libertar, não mais a crença, mas a linguagem, para que possa "mostrar" (liberta das exigências de seus pressupostos lógico-científicos) a ética, a estética, o inefável e o Místico, mas ao mesmo tempo, mostrar o acontecer, tomado então como puro acaso: se as coisas simplesmente são, devo calar-me diante delas. Devo "dizer" apenas a verdade científica, segundo os rigores do método lógico – e esta é a função e os limites da filosofia. Em Kant, tratou-se de determinar os limites da razão pura, sendo que os da filosofia eram ainda os de estabelecer uma razão prática e um juízo estético e teológico; com Wittgenstein, os limites da filosofia são apenas os da razão científica: quanto à ética, à estética e à crença, que podem apenas ser mostrados (por algum tipo de linguagem não proposicional, mas não pela filosofia, cuja linguagem deve ser lógica), é melhor ficar calado.
Já Heidegger (ontem enquanto me ungia com óleos perfumados)
descreve como e porquê se afastou da fenomenologia, a partir de um incomodo gerado por uma contradição interna da obra Pesquisas lógicas do seu então futuro mestre Husserl. O primeiro argumento do livro La Logik. Die Frage nach der Wahrheit ( Lógica. A Pergunta pela verdade) afirma que uma teoria do pensamento e do conhecimento não pode fundar-se sobre a psicologia, mas sim sobre a lógica – neste ponto, concorda com Kant e ainda mais com Wittgenstein. No segundo argumento, no entanto, descreve os actos essenciais da consciência na edificação do conhecimento, retornando, num certo sentido e apesar de tudo, à psicologia, perguntando-se: "em que consiste o próprio da fenomenologia, posto que ela não é nem uma lógica, nem uma psicologia?" E responde: a "subjectividade transcendental" e busca explicar "a estrutura dos actos vividos", assim como "os objectos vividos nos actos de consciência, do ponto de vista da sua objectividade" determinada pela própria consciência (objectividade "transcendental", determinada pelo sujeito do conhecimento). Conclui, por fim terminando a massagem: "o que, para a fenomenologia dos actos de consciência, se realiza pelo manifestar do fenómeno, é pensado por Aristóteles e em todo o pensamento dos gregos como ???????, como o aberto sem retraimento da presença, o seu desvendamento, o mostrar-se." E sendo assim, continua Heidegger, como e de onde se determina a questão própria da filosofia? "Trata-se da consciência e de sua objectividade? Ou do ser do ente no seu não retraimento e no seu retraimento?"
Publicado por Assussora Remota | Amor Ode | Nós Todos Cegos | 11:57
wer brochen? Wer? wer? du schreibst gebrochen?!!
Afixado por: em abril 12, 2004 09:32 PM
Que sorte!
Afixado por: em abril 12, 2004 03:16 PM
OH-, tiefer gehe ich
Weiter falle ich
Mehr, die, weiß ich
Das festere Ihr Griff um mich
So leicht gebrochen
Laufen hinunter Ihre Haut
Und die Schmerz laufen in das Blau.
Eu perdi todos os limites da minha razão! Foda-se!
Afixado por: em abril 12, 2004 09:10 AM
O português é correcto? de mal o menos...
Ich verstie keinne deutsch teure Miguel.
Afixado por: em abril 7, 2004 11:19 AM
Olá malta... Sou o primo... Essas frases em alemão não estavam correctas ;-) Até um dia, Miguel
Ja, du weisst es, teure seule, Liebe macht die herzen krank und keinne philosophie macht das.
Afixado por: em abril 6, 2004 09:57 PM
Do bist nicht gut auf dem kopfe.
Warum hast du shreiben das??
Das ist sehr holz.
Fernsehen, das ist gut zu dich!