«Tome-se um homem,
Feito de nada, como nós,
E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.»
de Reinaldo Ferreira
Publicado por Eu é que era a Mulher do Prusidente | Sem Conservantes | 9:29
E o que acha do Prusidente, é ele um heroi?
Afixado por: em fevereiro 25, 2004 01:51 AM