Tantas saudades eu tenho daquele rapaz, tantas, tantas, tantas, tantas, tantas, tantas. Não fora o Prusidente e ele era o meu melhor de maior confiança. Acho que se perde, quase sem calcular o risco da perda. Tal como o outro está longe, só que desta vez por opção própria. Isola-se, desaparece, prefere esconder-se, apesar da saudade dos amigos. Diversifica, soma os riscos. E nós sem ele não somos os mesmos.
Publicado por Moço de Recados | Máquinas de Esticar | 18:56
Cara Madame de Bovary, o Moço morreu... já não aparece, deu-lhe um treco, foi atropelado por um monstro dos grandes e perdeu-se...
Afixado por: em fevereiro 24, 2004 02:46 AM
O destino é mesmo assim, imprevisível. Durante anos, partilhámos o mesmo espaço, conversas, refeições, colegas, amigos... itinerários de bicicleta.
Recordas-te?
Por momentos, Moço, revejo tudo nitidamente.
Bjs
Hei-lo! Um Cabra Virgem. Nunca se engana, nunca tem dúvidas e tem preferências! Estivesse o mundo cheio de homens assim e o que seria?! Fuge cão...
Afixado por: em fevereiro 19, 2004 06:25 PM
Nunca me engano, nunca tenho dúvidas. Muito menos relativamente às minhas preferências.
Afixado por: em fevereiro 19, 2004 03:16 PM
Talvez te enganes.
Afixado por: em fevereiro 19, 2004 02:22 AM