
A Loira Monroe. Foi assim que a conheci. Entre pragas de bichos versados em Lermontov. Entre juncos silvestres de séculos idos. Ventos de nobres mortos em guerra. Tiras de letras fugidas de outros caminhos. Letras de letras. De outras letras. Livres. A Loira Monroe. Debaixo de água. Depois do sossego do amor de quem não estava. Depois de céus caídos em folhas de murmúrios. De segredos. Segredos de segredos. De outros segredos. Em terras que já não existem. Decepadas no voar das horas. No teu voar. Loira Monroe. No teu luar. Luar de luar. De outros luares. Debaixo da água. Fugidos ao vento. Vento de outras guerras. Como agulhas em feno. Fugidos a quem conheci. Nas pragas. De segredos. Nas horas de outras horas. Horas de horas. Murmúrios de outros murmúrios. Queixas doces. Loira Monroe. Queixos doces. Debaixo de água. Nas letras das tuas letras. No sussurro de outras vozes. De quem não estava. Loira Monroe. De quem não estava.
Quem são vocês, o que é isto?
Afixado por: em fevereiro 20, 2004 04:54 PM
Há muita coisa que te escapa pá, aos retóricos escapam-se-lhes as VISTAS - if you know what I mean...
Mas prossiga o seu trabalho, o que seria de nós sem um pouco de regra?!
Há qualquer coisa que me escapa no meio disto tudo...
Afixado por: em fevereiro 17, 2004 12:30 PM