março 14, 2008
Assussora??

Cara Assussora

Não tenha medo.Gostava de falar consigo não sobre o Albergue mas sobre outra coisa mas perdi o seu contacto.Estou muito contente porque ontem www.saturnias.blogspot.com

Podia-me enviar um mail pro saturniaman@yahoo.it ???
Para eu falar-lhe to tal assunto

Abracinhos e beijinhos

Publicado por Mohamed Ali | Barros na Parede | 18:57 | 4045 comments.gif
março 13, 2008
Let X=X


Esses momentos estranhos de eu sem eu. E outros momentos estranhos, relampagos de consciência, lembranças que vêm das profudenzas e sobem como boias à tona da mente. Foi num desses relâmpagos que te vi Mohamed caro amigo e colega. Vi-te aqui, vi-te numa mesa em alfama, vi-te como Albergue no Palácio da Ajuda. Ah e aquela morna ao penúltimo rei?
Quiz imaginar quem a fez, quiz ir ver uma peça de teatro que é muito mais do que uma curta metragem. Olha não fui. Se calhar tenho medo desses sem casa. Tenho medo de não ter casa e medo de ser velha. Se calhar não quero olhar para eles, ou pior, tenho medo que olhem para mim. Se calhar não...


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Publicado por Assussora Remota | Amor Ode | 0:55 | 1972 comments.gif
fevereiro 08, 2008
A Arte saíu á rua num dia assim

Arte asiu á rua.JPG
Todos nós, de acordo com Walter Benjamim, momentos antes de acordarmos experienciamos o Instante.
Um breve momento em que não sabemos quem somos, onde estamos, como nos sentimos e o que temos que fazer.Só apenas após este instante começamos lentamente a “vestir” os papeis sociais que nos dizem por exemplo se somos pais, filhos, orfãos, empregados, desempregados, ricos, pobres ou sem-abrigo.
Consiga ser esta proposta um arremedo desse instante e uma oportunidade para uma muito desejada reflexão sobre o que normalmente entendemos do mundo.
Neste sentido A Arte saíu á rua num dia assim é uma manta de retalhos, de muitos e variados retalhos, como todos nós, criados pelos utentes das instalações da Associação dos Albergues Noturnos de Lisboa sita na Rua da Cruz dos Poiais nº 10 em parceria com a Crew Hassan que generosamente ou visionariamente disponibilizou este espaço.
A Associação dos Albergues Noturnos criada em 1881 é uma instituição privada que acolhe sem-abrigo onde lhes é proporcionado uma cama, duas refeições (jantar e pequeno almoço)e o acesso a instalações sanitárias além de um regular apoio e acompanhamento feito por parte de assistentes sociais.
A instituição contactou-me de modo a criar um espaço de interesses assentes na criatividade e dinâmicas de convívio.
Foi um processo irregular mas em que descobri que por desconhecimento e alguma insensibilidade normalmente se constroem muito rapidamente e levianamente opiniões estereotipadas sobre os sem-abrigo e sobre as razões que podem levar alguém a viver na rua. De resto porque não?
Há nos criadores de A Arte saíu á rua num dia assim valores, memórias, visões e em bruto algumas cordenadas para a formulação de políticas sociais que urgem serem pensadas evitando de uma vez por todas o síndrome do “coitadinho”.
A provar que não bastam cobertores e pão na vida de um homem esta exposição ilustra a vontade do Albergue e da Crew Hassan de dar voz a estas questões.
Questões dificeis e por vezes melindrosas ás quais por regra se foge e se cria uma carapaça de certezas. Agradeço portanto a todos os envolvidos na realização desta proposta pela sua generosidade e duvidas.

Publicado por Mohamed Ali | Barros na Parede | 21:15 | 146 comments.gif
dezembro 18, 2007
barros na parede

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LX - Graffittis sobre a cidade
A zona da Grande Lisboa é uma das áreas mais ricas em graffitis. Tudo começou em Carcavelos, de onde são originários os melhores writers. A linha de Sintra é mais conhecida por aquilo a que se chama "destruição", ou seja os locais onde não é permitido pintar e que se encontram repletos de "bombings", rápidos e feitos a duas cores.
- os destaques vão para Carcavelos onde foi pintado o primeiro grande mural de graffiti. Degas ou Wise, e o seu grupo WCB, Exas, Youth e Mozaik, são os nomes que imperam, assim como Eith, Uber e a NCW.
- segue-se o "hall of fame" do Dafundo.
- em Carnaxide encontra-se um graffiti feito com a colaboração de uma crew francesa, NEM.
- na Damaia e Buraca impera Eith, um especialista em letras tridimensionais. E também, aqui, se encontra o maior graffiti de Portugal.
- S. Domingos de Benfica é exemplo de uma zona de destruição completa, ali podem encontrar as paredes cheias de "bombings".
- no "hall of fame" das Amoreiras, destacam-se Kreiz, Wise, Youth, Sire e Clas.
- em Belém, no parque de estacionamento, pode-se encontrar trabalhos de Mozaik, Clas e Piaf, esta última uma das poucas raparigas a fazer graffiti.
- Algés é liderado pelo surfista Stuck.
- O Bairro Alto é zona de destruição massiva, sobrando pouco espaço para escrever uma letra que seja no meio dos bomboings sobre bombings feitos à pressa e sem qualquer critério.

Quem quizer tintas vá a http://www.4graffiti.co.uk/

Publicado por Assussora Remota | Amor Ode | 18:18 | 374 comments.gif
dezembro 11, 2007
Cidades efémeras

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Sergio Belinchon

Publicado por Assussora Remota | Amor Ode | 18:05 | 255 comments.gif